aaah, não fazer nada
Nestes dias, tenho que te dizer, sinto plena liberdade para não fazer nada.
Inactividade. Se me apetecer, claro.
Vá, diz lá, baixinho: i-n-a-c-t-i-v-i-d-a-d-e.
Se eu decidir ficar parado o dia todo - ou, vá lá, no máximo, ir beber um café, fumar uns cigarros e terminar o Sándor Márai que me tem mantido distraído - digo-te: que ninguém faça um som; uma cara má; um revirar de olhos; um suspiro de reprovação.
Plena liberdade. É o que sinto por estes dias em Madrid.
Não estar comprometido com nada nem com ninguém.
Só comigo.
Talvez seja por isso que, quase sempre - excepto em certas e especiais ocasiões - faço como te passo a descrever: ensonado, levanto-me devagar, coço a careca, aperto a cara, esfrego os olhos. Não necessariamente por esta ordem.
E acabo por ir.
Inactividade. Se me apetecer, claro.
Vá, diz lá, baixinho: i-n-a-c-t-i-v-i-d-a-d-e.
Se eu decidir ficar parado o dia todo - ou, vá lá, no máximo, ir beber um café, fumar uns cigarros e terminar o Sándor Márai que me tem mantido distraído - digo-te: que ninguém faça um som; uma cara má; um revirar de olhos; um suspiro de reprovação.
Plena liberdade. É o que sinto por estes dias em Madrid.
Não estar comprometido com nada nem com ninguém.
Só comigo.
Talvez seja por isso que, quase sempre - excepto em certas e especiais ocasiões - faço como te passo a descrever: ensonado, levanto-me devagar, coço a careca, aperto a cara, esfrego os olhos. Não necessariamente por esta ordem.
E acabo por ir.

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