Hoje disseram-me que ficámos sem ti.
E agora, enquanto pergunto o que ando eu a fazer com os meus dias, digo-te que o único medo que tenho da morte é de vê-la chegar sem ter vivido tudo. Tu não viveste tudo. Tu, que tanto valor davas a tudo o que tinhas (e tinhas tanto nesse coração enorme) haverias de querer que eu seguisse sorrindo. Porque sorrias sempre.
Não consigo, desculpa.
E agora, enquanto me apetece desistir de tudo, digo-te que te hei-de ver de novo, e como em todos aqueles dias, me hei-de comover contigo outra vez, em cada nova conversa, em cada novo carinho.
Adeus Susana.
E agora, enquanto pergunto o que ando eu a fazer com os meus dias, digo-te que o único medo que tenho da morte é de vê-la chegar sem ter vivido tudo. Tu não viveste tudo. Tu, que tanto valor davas a tudo o que tinhas (e tinhas tanto nesse coração enorme) haverias de querer que eu seguisse sorrindo. Porque sorrias sempre.
Não consigo, desculpa.
E agora, enquanto me apetece desistir de tudo, digo-te que te hei-de ver de novo, e como em todos aqueles dias, me hei-de comover contigo outra vez, em cada nova conversa, em cada novo carinho.
Adeus Susana.

1 abraço(s):
Acontece-me todos os dias uma coisa muito estúpida...Por momentos, aqueles breves em que páro no sinal em que perco a prioridade em frente à casa do Roseta e da Rita em Carnaxide, imagino poder encontrá-los a TODOS, a rir e a dizer as parvoíces do costume...Há quem diga que passou pouco tempo ainda e que o tempo que vai passar vai curar, mas espero poder sentir esta coisa estúpida durante muitos dias, para não me esquecer nunca dela...Só um desabafo que achei que ias entender como poucos...bjs
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